Uma questão de reconhecimento e confiança

Uma questão de reconhecimento e confiança

De certa forma, podemos dizer que há um tabu entre os católicos no que diz respeito ao pagamento do dízimo. A maioria de nós não tem a cultura dessa contribuição. Alguns, porque não se acham responsáveis; outros, porque nem sabem da sua necessidade; há aqueles que não pagam o dízimo por não sentirem confiança no emprego do mesmo. Acham que os padres e/ou os bispos não aplicam corretamente os recursos recebidos. Muitos nunca entenderam que o dízimo é um ato de abertura, de gratidão, de generosidade e, principalmente, de reconhecimento da graça de Deus.

Dízimo não é pagamento por um serviço recebido, nem tampouco é esmola. Não se compra o céu com o dízimo, nem lugar privilegiado na Igreja.

Se dói demais para você dar 5 reais de 50 ou 50 reais de 500 ou 10% de qualquer valor, é porque certamente você não entendeu quem é o dono de nossos bens. Deus é o criador de toda a terra e é Ele quem lhe concede a bênção da vida. Dízimo é amor. Dízimo é reconhecimento e confiança. É reconhecer e ser grato pela infinita bondade de Deus. E confiar piamente na Providência Divina, que nunca falta, nunca falha, por mais que não consigamos, às vezes, percebê-la.

Como contribuir:

Passe na secretaria paroquial e inscreva-se como dizimista. Você receberá um carnê contendo pequenos envelopes (doze no total, um para cada mês do ano). Deposite nestes envelopes o seu dízimo e entregue-o na mesma secretaria ou deposite-os em uma das várias urnas que se encontram no interior da Igreja.

Se preferir, pague seu dízimo depositando na conta bancária da Catedral.

Bradesco
Agência 0540-1
C/C 125.146-5
CNPJ da Catedral: 28.600.559/0002-52

Importante: nós não temos cobradores domiciliares!

Palavra Bíblica Motivacional:

“Pagai integralmente os dízimos ao tesouro do templo, para que haja alimento em minha casa. Fazei a experiência – diz o Senhor dos exércitos – e vereis se não vos abro os reservatórios do céu e se não derramo a minha bênção sobre vós muito além do necessário.” (Malaquias 3,10)


Outros artigos nesta categoria

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *